23/09/2021 às 13h46min - Atualizada em 23/09/2021 às 13h46min

PROGRAMA MAIS MERENDA DESENVOLVE PROJETO DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL NAS ESCOLAS

Iniciativa da Seduc tem como proposta para avaliar o estado nutricional dos alunos da rede pública

- Nathália Louise, sob supervisão
https://alagoas.al.gov.br/
Alunos da Escola Estadual Eduardo Mota Trigueiros, em Maceió, no momento em que participam do projeto Educação Alimentar

Como parte das ações integrantes do programa Mais Merenda, do Governo de Alagoas, que triplica o valor da aquisição de alimentos das escolas de ensino regular no estado, a Secretaria da Educação de Alagoas (Seduc/AL)lança um projeto-piloto para avaliar o estado nutricional dos alunos da rede pública. A primeira unidade a receber a iniciativa é a Escola Estadual Prof. Eduardo Mota Trigueiros, no bairro Santo Eduardo, em Maceió, que até o mês de dezembro próximo contará com estudantes do curso de Nutrição da faculdade Estácio para conscientização e análise nutricional dos adolescentes.

"O cardápio das nossas escolas tem agora uma variedade de refeições, que foi possível ser implementada graças ao programa Mais Merenda. Com essa mudança, observamos que as frutas e as hortaliças presentes nos pratos ofertados vinham sendo rejeitadas pelos alunos recorrentemente. Pensando nisso sentimos a necessidade de promover atividades que estimulem jovens a terem refeições saudáveis", explica a supervisora de projetos do Núcleo de Nutrição Escolar da Seduc, Raquel Vasconcelos. 

A ação inicial ocorre até dezembro deste ano, com previsão de aumento do número de escolas atendidas, assim como de instituições de ensino superior parceiras. São 10 estagiários de Nutrição, sob supervisão de uma professora orientadora, que se revezam entre manhã e tarde para pesar e aferir a altura dos estudantes a fim de calcular o IMC (Índice de Massa Corpórea) deles, além de conscientizar sobre a importância de uma vida saudável.

 Segundo José Francisco de Lima, diretor da unidade que recebe o projeto-piloto, a iniciativa será essencial, em especial, para os estudantes das turmas do ensino fundamental que apresentam maior dificuldade com determinados alimentos. "Já notamos uma expressiva a adesão dos alunos ao processo de conscientização, essa demanda do fundamental tende a usar melhor o alimento oferecido no dia a dia na escola", avalia.


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