22/06/2022 às 05h30min - Atualizada em 22/06/2022 às 05h30min

Hacker é detido em operação contra pirataria digital em Maceió, diz polícia

Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra dono de sites para download ilegal de vídeos. Ação ocorre em outros 10 estados.

Polícia Civil de Alagoas cumpre três mandados de busca e apreensão contra cibernéticos – Foto: Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil cumpriu nesta terça-feira (21) três mandados de busca e apreensão em Maceió durante a Operação 404.4, que investiga pirataria digital. A ação acontece também em outros 10 estados. Os mandados cumpridos na capital alagoana tinham como alvo o mesmo homem, um hacker que possui dois sites para download ilegal de vídeos.

De acordo com o delegado Sidney Tenório, titular da Delegacia de Crimes Cibernéticos, o homem foi detido no bairro do Jacintinho, em Maceió e conduzido coercitivamente para prestar depoimento na delegacia.

 

"Nós cumprimos em Alagoas 3 mandados contra o mesmo alvo, de 30 anos, que criou dois sites de filmes. Ele é um dos principais produtores desse tipo de conteúdo em Maceió. Na casa delem, no Jacintinho, nós apreendemos o notebook, que deve ser encaminhado para [perícia em] Brasilia", disse o delegado ao g1.

 

A operação é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Ministério da Justiça e Segurança Pública), Polícias Civis e Agências de Aplicação da Lei dos Estados Unidos e Reino Unido.

 

Sites e aplicativos bloqueados

 

Segundo o Ministério da Justiça, os investigados capturavam o sinal de canais de televisão fechada e cobravam para repassá-los para assinantes do serviço de pirataria.

Os agentes também bloquearam 266 sites e 461 aplicativos de streaming pirata e removeram perfis e páginas de redes sociais e de buscadores da internet. A pasta estima que o dano causado pelos crimes é de R$ 306 milhões.

O principal crime investigado é a violação de direito autoral. A pena é de reclusão, de dois a quatro anos, além de multa para quem distribui o conteúdo para obter lucro. Já quem consome pode ser condenado a detenção, de três meses a um ano, ou multa.

A operação conta com a colaboração das embaixadas dos Estados Unidos e do Reino Unido no Brasil.


Fonte: G1


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