EXCLUSIVO: ELEITOR ACUSA JAIRZINHO LIRA DE SUBORNO E ALEGA TER SIDO AMEAÇADO POR CABOS ELEITORAIS, EM LAGOA DA CANOA

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EXCLUSIVO:


Será que oposição em Lagoa da Canoa já ativou o “modo desespero” e começou a ameaçar eleitores que não declaram voto ao candidato dos Calheiros em Lagoa da Canoa, Jairzinho Lira (MDB)? O clima de tensão e medo tomam conta da cidade. 


Segundo o morador, identificado apenas como Vitor, que alegou ter sido intimidado e ameaçado por cabos eleitorais de Jairzinho, após retirar adesivos que o próprio candidato havia colado em seu portão durante uma visita porta-a-porta no último final de semana.


De acordo com o relato de Vitor, durante a visita o próprio Jairzinho supostamente lhe entregou uma quantia de R$ 1.900 e substituiu os adesivos da candidata Edilza Alves pelos dele. Agradecido pela oferta em dinheiro, Vitor respondeu que o seu voto e o da sua família seriam da Edilza. Mesmo com a resposta negativa Jairzinho teria deixado o dinheiro e os adesivos colados na residência do morador e ido embora.


No dia seguinte, ainda segundo o morador, que disse ainda ter arrancado os adesivos e novamente colado os adesivos da candidata Edilza. Contudo, no vídeo ele conta que, na manhã desta terça-feira (10) um cabo eleitoral de Jairzinho, identificado como Dija, teria retornado à casa do morador, trazendo um recado em tom ameaçador, pedindo o dinheiro de volta dizendo que se ele não devolvesse, Gonçalo iria procurá-lo para resolver de todo jeito. 


Assustado, Vitor resolveu gravar um vídeo relatando a situação. Em poucos minutos o vídeo viralizou no município e novamente, de acordo com o denunciante, ele recebeu a visita de mensageiros do candidato, desta vez identificados como Vanusa, Vandilma e Israel, que foram na tentativa de entregar o dinheiro a ele novamente e que ele gravasse outro vídeo relatando inverdades. 


Como em outros municípios, a história de Vitor é apenas uma das tantas ocorrências em campanha eleitoral, não só em Lagoa da Canoa, mas sim, por todo o país. A denúncia é grave e cabe uma investigação por parte dos órgãos competentes.


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Fonte: Painel Alagoano