Processo participativo do Plano Diretor de Maceió é apresentado na ONU-Habitat e vira referência para outras cidades

Modelo participativo prioriza transparência, inclusão e engajamento cidadão

Por
2 Min

Processo participativo do Plano Diretor de Maceió é apresentado na ONU-Habitat e vira referência para outras
Foto: Cortesia

O secretário-presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maceió (Iplan), Antonio Carvalho, participou como painelista, nesta quarta-feira (28), do evento internacional “Como defender os princípios e ações das Diretrizes de Cidades Inteligentes Centradas nas Pessoas”, promovido pela ONU-Habitat com apoio do Governo da França, na sede das Nações Unidas, em Nairóbi, Quênia.

O objetivo foi apresentar experiências de planejamento urbano que incorporam os princípios que embasaram as diretrizes internacionais para cidades inteligentes centradas nas pessoas. Maceió se destacou como exemplo de participação cidadã e inclusão no processo de revisão do Plano Diretor Da cidade.

Durante o painel, o secretário falou sobre o papel de Maceió como cidade referência no alinhamento entre planejamento urbano e abordagens inteligentes centradas nas pessoas. Carvalho destacou como a capacitação por meio do planejamento participativo ajudou a alinhar o novo Plano Diretor da capital alagoana com os princípios internacionais de equidade, transparência e empoderamento comunitário.

“O processo adotado foi fundamentado em pilares como transparência, acessibilidade e clareza, com uso de linguagem simples e divulgação de informações no site: https://planodiretor.maceio.al.gov.br/. Isso fortaleceu a participação popular, mas também construiu capacidade local e senso de pertencimento”, afirmou.

O secretário também ressaltou que as Diretrizes Internacionais para Cidades Inteligentes Centradas nas Pessoas (IG-PCSC) são fundamentais para apoiar a transição de cidades como Maceió rumo a um futuro urbano mais justo, inteligente e inclusivo. Segundo ele, essas diretrizes podem orientar melhorias em áreas como gestão de dados abertos, regulamentação inclusiva e criação de oportunidades econômicas, além de servir como referência para outras cidades com desafios semelhantes.

“Quando as pessoas participam, elas não apenas moldam as políticas, elas começam a confiar nelas”, pontuou Antonio Carvalho.


Fonte: Ascom Iplan